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quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

MONOCELHO 2025 - M C ESCHER - CARNAVAL 2025

MC Escher, o grande sobrancelhudo, tinha grande estima pelas sobrancelhas dele ... é fato que nunca depilou, uma vida inteira sem arrancar um pelo sequer. Seria seu segundo nome "Cornelis" uma referência as suas sobrancelhas? Fato é que Escher retratou, em diversos trabalhos, suas sobrancelhas. Assim como Frida Kahlo, Escher desenvolveu auto retratos onde figurava suas espessas sobrancelhas.

É possível encontrar em sua obra outras referências à sobrancelhas. Essa ideia de que Escher tinha especial afeição as suas sobrancelhas nos faz pensar novamente em Frida Kahlo. Frida era contemporânea de Escher mas alguns anos mais nova e habitante do México. O artista/desenhista Neerlandes MC Escher poderia ter exercido alguma influência sobre Frida Kahlo?

Essa ideia nos agrada muito ... nos faz fantasiar! Imaginar que Frida de alguma forma tenha tido contato com a obra de Escher e se encantado por seus auto-retratos é muito inspirador. Frida teria se impressionado com as sobrancelhas daquele artista  introspectivo e sisudo ... e com as ideias absurdas reveladas por suas gravuras.

"Alguns anos depois Frida também se impressionaria com outro personagem impar das artes e da cultura. Teria encontrado Júlio Cotázar (outro sobrancelhudo) e pensado:"esse monocelho é muito lindo " ... (ref.: Monocelho 2015)"

Escher tinha outro apelo, encantou Frida pela sua indecifrabilidade ...

Nesta obra, "Oito Cabeças" de 1922, o artista pela primeira vez experimenta desenhos modulares que se combinam e se transformam. É interessante imaginar e observar a similaridade da mulher desenhada com a pintora Frida Kahlo. Frida se tranforma novamente em Frida totalizando quatro Fridas e mais quatro figuras sinistras aparentando serem demônios acompanhados por um senhor com uma cartola que provavelmente esconde uma careca ...


Ao observar e depois fazer uma pequena intervenção gráfica na imagem, poderíamos dar novo significado para a obra renomeando-a para:  "Oito Monocelhas".

Daria uma boa estampa para uma camiseta carnavalesca?
Penso que pode ser que sim ... uma espécie de estampa sisuda e enigmática ...






sábado, 5 de outubro de 2024

MONOCELHO 2025 - M.C. ESCHER

Eis que chega a hora de homenagearmos o artista que desenhou o impossível 

e que na sua obra, misturou ciência, arte e filosofia! 

Vamos celebrar a obra, a vida e as SOBRANCELHAS 

de Maurits Cornelis ESCHER!



















Isn`t it a horn?

É na verdade um autêntico CORNELIS Cabeludus!

Salve Maurits Cornelis Sobrancelhus!

Viva o Carnaval de 2025!!!!

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

MONOCELHO 2024 - ZÉ PEREIRA

O Zé Pereira teve um papel decisivo no Carnaval brasileiro. O folguedo é considerado pela historiografia brasileira como o precursor do carnaval de rua, popular e do pobre no Brasil.

Foi José Vieira Fazenda, no artigo O Zé-Pereira, publicado em A Notícia, de 15 de fevereiro de 1904, quem apresentou José Nogueira de Azevedo Paredes à historiografia do Carnaval brasileiro, reclamando para o sapateiro luso a autoria da introdução dos bombos portugueses no Carnaval carioca. 

O MONOCELHO, com a contribuição de Paula Lenzi, Maurício Toledo e Marcos Oliva se debruçou sobre a história deste suposto criador do Carnaval na cidade do Rio de Janeiro e descobriu que alguns fatos ainda permanecem obscuros.

Um deles é relativo aos vivas dos patrícios endereçados à Zé Pereira e não Zé Nogueira como relatou o jornalista Sergio Cabral e pode ser visto abaixo:



O Monocelho então criou sua versão para o fato ainda não esclarecido:
 

"Zé  Nogueira era também conhecido como o Zé Peludo e amigos mais próximos deram a ele a alcunha de ZÉ PELEIRA. O português era um peludo convicto e carregava uma bela monocelha na testa! Os gritos de Zé Peleira foram confundidos pelo público na medida em que uma pequena multidão se reunia em torno do folião antes solitário  ... daí Zé Peleira foi entendido como Zé Pereira!"



Acima temos a imagem de um desconhecido monocelho estampando com seu sorriso a alegria que nosso mitológico herói provavelmente carregava ao desfilar com seu bumbo. Abaixo segue a letra da música e no link a gravação realizada por Toledo e Oliva: https://youtu.be/170OvQ-8FEU?si=sxBjktzahFIgv4Gn